quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O Cair da tarde.


(André Vilela)

Ao cair da tarde

Os pássaros o céu invadem

Tomando seu caminho

Cada qual para seu ninho

A brisa suave refresca

No alto da imensidão

A Lua tímida

Se manifesta

No céu azul claro

Quase desbotado

Pois Sol que já está indo

Cansado

O vento assopra as folhas

Sem direção

Que se aquietam

No chão

Lá de longe

Vejo o Sol no horizonte

Laranja opaco

Simplesmente fraco

Aqui já dormente

Indo para o Oriente

As nuvens o seguem

E em instantes desaparecem

Junto com ele

Ascendem as luzes da cidade

E no céu as estrelas e a Lua

Tomam liberdade

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Poema – Abismo.

(André Vilela)

És meu abismo
És meu ponto fraco onde eu sismo
Sismo em te amar
E nesse abismo só sei afundar
E te amar, e te amar