segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Batom vermelho.
(André Vilela)
Sei que você se perde em horas no espelho
E me enlouquece com seu batom vermelho
Não me diga o contrário amor, você é linda sim
E sabe bem que eu te gosto assim, que estou afim
Afim do tipo, quero você só pra mim
Hoje, amanha, domingo, sempre enfim
Agora amor, me mostra o que é bom
Vamos esquecer o mundo, e borrar seu batom
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Amei, nós amamos.

(André Vilela)
Toda nossa história hoje é só recordação
Hospedei teu amor, e te amei
Acreditei no amor, mas errei
Imaginei nós dois, e chorei
Não deu nós dois, mas superei
Aquilo entre nós tudo teve pouca duração
Só restou o indicativo do pretérito imperfeito
A vida te levou, mas de corpo e alma nos amamos
Nem tudo foi flores, e das falhas nos perdoamos
Corremos para lados opostos, e nos perdemos
Hesitamos nos achar, e nos esquecemos
E um ponto final se pós no que vivemos
Sem seu amor vazio palpita meu peito
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Bolhas de sabão.
sábado, 28 de julho de 2012
Tão incerta.

(André Vilela)
Minha pequena, teu pecado é a incerteza
Hoje tu amas, amanha não mais
Por isto padeço na tristeza
De tuas mentiras reais
Não sei como não te amarga o peito
Ao fazer a vida uma cabra cega
Ao compor teu pior defeito
E reger essa tola entrega
Minha pequena, teu pecado é a incerteza
Meu pecado é remar contra a maré
Teu nome é correnteza
Meu nome é fé
sábado, 19 de maio de 2012
Cai tua vida.

(André Vilela)
O que bate no teu peito não é inteligível
Místicos e insensatos sortilégios
Devaneios e sacrilégios
Mostram-te muito mais do que insensível
Tua vida cai em cada escolha errada
Quiçá um dia você tire dos olhos estas escamas
E vedes quem te ama
Tantas que quedas te fazem difamada
Tua vida cai em cada sofrimento
Cada incerteza é uma ferida
Cada lagrima que cai, cai ainda mais tua vida
Isto te faz vazia de sentimentos
O que bate no teu peito não é inteligível
Místicos e insensatos sortilégios
Devaneios e sacrilégios
Mostram-te muito mais do que insensível
Tua vida cai em cada escolha errada
Quiçá um dia você tire dos olhos estas escamas
E vedes quem te ama
Tantas que quedas te fazem difamada
Tua vida cai em cada sofrimento
Cada incerteza é uma ferida
Cada lagrima que cai, cai ainda mais tua vida
Isto te faz vazia de sentimentos
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Revestida de silêncio e escuridão
(André Vilela)
Poesia caracteristica da 2º geração do Romantismo,
conhecida como Bayronista.
Quando em meu peito rebentar-se a fibra
Que o espirito enlaça à dor vivente
Azevedo

Olhos esverdeados que te pertencem
Traduzem seus amores reprimidos
Como os meus que me entorpecem
A não serem por ti correspondidos
Revestida de silêncio e escuridão
Lua tímida da noite acanhada
É você mulher da minha razão
Faze-me no peito uma dor enraizada
Em desejo quero-te em carne gozo e ternura
Por Deus temo padecer a morte errante
Contenho-me a que em nome do amor não faça loucura
Para não ser consumido pelo fogo incessante
Venha bater em minha porta o descanso
Erradicando esta maldita solidão
E meu coração assim pare manso
Sepultando tudo a sete palmos do chão
Poesia caracteristica da 2º geração do Romantismo,
conhecida como Bayronista.
Quando em meu peito rebentar-se a fibra
Que o espirito enlaça à dor vivente
Azevedo

Olhos esverdeados que te pertencem
Traduzem seus amores reprimidos
Como os meus que me entorpecem
A não serem por ti correspondidos
Revestida de silêncio e escuridão
Lua tímida da noite acanhada
É você mulher da minha razão
Faze-me no peito uma dor enraizada
Em desejo quero-te em carne gozo e ternura
Por Deus temo padecer a morte errante
Contenho-me a que em nome do amor não faça loucura
Para não ser consumido pelo fogo incessante
Venha bater em minha porta o descanso
Erradicando esta maldita solidão
E meu coração assim pare manso
Sepultando tudo a sete palmos do chão
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Caminho.

(André Vilela)
Incógnita estrada que balbucio
Escoltado pela razão antagônica
Entre trevas e pedras que desvio
Tento chegar à certeza harmônica
Em terras distantes e galáxias andei
Me conheci mesquinho sozinho
E aos céus piedade de mim clamei
Para não padecer nesse descaminho
Meu trajeto é como de um barco a vela
Que o vento sopra sem destino
E o destino me move a manivela
Contento-me com esse desatino
Minha bússola cansada e desordenada
Apontava não só para um lado
Parou completamente enfadada
Perdi-me e não sou achado
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