domingo, 27 de junho de 2010

Soneto- Amor Invasivo.



(André Vilela.)

O que me invades?
Porque sempre o amor me achardes?
Chega repentino,
No ilusório desatino.

Bendito amor invasivo,
Singelo inofensivo,
Que se coloca a cada dia mais vivo.
Humilde e calado,

Invade sem ser reparado.
E é pertinente,
Temente ao que sente,

Fiel e sempre.
Apaixonante e romântico.
Que se expressa em seu cântico.

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